E aí, como foi..?
O jogo em si, sozinho, já mexeu em algumas coisinhas minhas que são de extremo valor – só o fato de ter de escrever o que sinto e o que penso e tentar, assim, contar um pouco do que sou, já foi uma delas. Ter de usar o mundo virtual, aliás, é algo um tanto frágil e me demandou um certo cuidado, já que é o espaço que tivemos para mostrar quem somos. E, bem hoje – em pleno último dia -, descobri que podia mudar a cara do blog e o resultado ta aqui em cima: coloquei um desenho meu. Diz mais sobre quem eu sou, provavelmente. Antes tarde do que nunca, né?
A verdade é que, na prática, ainda não deu para realizar, enquanto jogando, tudo o que eu gostaria – em especial, minha questão a resolver (a relativa aos últimos posts) ainda não deu muitos frutos, talvez por ser algo muito específico, elementar - mas continuo indo atrás, claro, buscando alternativas, conversando com as pessoas - e por aí vamos. Aliás, uma crítica que eu posso fazer é essa – 10 dias é pouco tempo, na minha opinião, para uma tarefa tão ‘mão na massa’ quanto a tarefa 6. Aliás, infelizmente a necessidade de um limite de tempo nem sempre torna as coisas tão frutíferas quanto deveriam (ou poderiam)…
Bom, de todo modo, são as questões como essas (às vezes bem pequenas, às vezes que atingem muita gente) que a gente tem que acordar em nós mesmos, eu acho. Em mim, pelo menos, sempre há a vontade e nem sempre eu sei o ‘como’ – estar aqui jogando, indica (no mínimo) que as possibilidades sempre existem e o negócio é ir atrás mesmo e não se desligar, não esperar as coisas acontecerem. Nas útlimas tarefas, vou ser sincera, eu estava atolada em trabalhos da faculdade e provavelmente não me dediquei o tanto que gostaria (várias vezes me desdobrei para conseguir cumprir as tarefas no prazo!) mas, ainda assim, foi para mim um processo bastante rico. Cada coisa nova que a gente tenta faz mais fichas caírem, e você percebe o quanto pode fazer. Podemos muito, às vezes tentamos pouco. Aquela sensação de impotência do começo ainda me acompanha, ela não vai ir embora tão cedo. Mas acho que está um pouquinho menos forte - vai ser vencida pouco a pouco, na medida em que eu mantiver a atitude que busquei enquanto estava aqui.
Fato é que, sendo escolhida ou não para o Guerreiros, o jogo até aqui já me foi, sim, empolgante; já me mostrou, por exemplo, que tem muita gente se mexendo e muita, muita gente mesmo, querendo se mexer e buscando, como eu, cada vez mais caminhos para isso. Espero que o Guerreiros seja um caminho para mim – e se não for, o que fiz dele até aqui já me leva à agradecer pela experiência e pela busca. E estarei por aqui!
